As analógicas condições que foram transferidas para quarta-feira não deixam dúvidas que aquilo era mais transgressor do que qualquer ritmo de lambada rebelde.Os naturalistas que passaram a vida inteirinha imitando o zumbido da abelha nunca vão entender o amor que elas tem pela flor.E eu, garota esperta 21 anos, quero agora sorrir e dar tchau para todo o male-mal e casitos que me deixaram a beira de um ataque de pânico. O encontro com a filosofia, uma aula magna dizendo que Sócrates potencialmente poderia ter sido meu terapeuta.Uma fabula desperta horrores na vida dos manifestantes que viram massa de manobra dos otários fracotes, que todo ano, vemos por ai.Tinha umas cores que não estavam ali à toa, foi só chegar para que elas começassem a me incomodar de uma absurda maneira que não era vista, senão os grandes enxertos da humanidade, ou mesmo eu brincando de esconde-esconde querendo fazer xixi.
Certos caminhos opostos na era.Gera que gera, e surta.Acabei de provar uma fruta madura, seu gosto de veneno ainda não me permite voltar.Eu já quis seu perdão para minha imaturidade, mas não vou avançar sem saber o que estou fazendo apenas por amor.Não. Aquilo tudo vira um saco de amontoadas idéias pagas de que um dia eu poderia ser a garota dos seus sonhos.Uma doce ilusão de duas pessoas perdidas.E como os outros gostam de você.
Frágil instinto; Um dia o peito vai dar leite e aí o mundo vai parecer ter salvação.Uma barriga, um futuro.E agora um monte de oba-oba a procura de claras intenções de suprir tudo aquilo que sofremos quando saímos e lotamos a cara de cerveja.Maldito dia que eu te fiz chorar, achando que ainda era mulher, não menina rosa.Azul, violência, Amarela prata.Eu quis atenuar um bocado de explicações para justificar esse momento.Quanto sofrimento para alguém que eu disse que amei.Suposições baratas.Levo agora minhas respostas no bolso e meu vomito congelado para quando eu tiver fome e quiser comer algo saudável.
Monday, December 11, 2006
As analógicas condições que foram transferidas para quarta-feira não deixam dúvidas que aquilo era mais transgressor do que qualquer ritmo de lambada rebelde.Os naturalistas que passaram a vida inteirinha imitando o zumbido da abelha nunca vão entender o amor que elas tem pela flor.E eu, garota esperta 21 anos, quero agora sorrir e dar tchau para todo o male-mal e casitos que me deixaram a beira de um ataque de pânico. O encontro com a filosofia, uma aula magna dizendo que Sócrates potencialmente poderia ter sido meu terapeuta.Uma fabula desperta horrores na vida dos manifestantes que viram massa de manobra dos otários fracotes, que todo ano, vemos por ai.Tinha umas cores que não estavam ali à toa, foi só chegar para que elas começassem a me incomodar de uma absurda maneira que não era vista, senão os grandes enxertos da humanidade, ou mesmo eu brincando de esconde-esconde querendo fazer xixi.
Certos caminhos opostos na era.Gera que gera, e surta.Acabei de provar uma fruta madura, seu gosto de veneno ainda não me permite voltar.Eu já quis seu perdão para minha imaturidade, mas não vou avançar sem saber o que estou fazendo apenas por amor.Não. Aquilo tudo vira um saco de amontoadas idéias pagas de que um dia eu poderia ser a garota dos seus sonhos.Uma doce ilusão de duas pessoas perdidas.E como os outros gostam de você.
Frágil instinto; Um dia o peito vai dar leite e aí o mundo vai parecer ter salvação.Uma barriga, um futuro.E agora um monte de oba-oba a procura de claras intenções de suprir tudo aquilo que sofremos quando saímos e lotamos a cara de cerveja.Maldito dia que eu te fiz chorar, achando que ainda era mulher, não menina rosa.Azul, violência, Amarela prata.Eu quis atenuar um bocado de explicações para justificar esse momento.Quanto sofrimento para alguém que eu disse que amei.Suposições baratas.Levo agora minhas respostas no bolso e meu vomito congelado para quando eu tiver fome e quiser comer algo saudável.
Certos caminhos opostos na era.Gera que gera, e surta.Acabei de provar uma fruta madura, seu gosto de veneno ainda não me permite voltar.Eu já quis seu perdão para minha imaturidade, mas não vou avançar sem saber o que estou fazendo apenas por amor.Não. Aquilo tudo vira um saco de amontoadas idéias pagas de que um dia eu poderia ser a garota dos seus sonhos.Uma doce ilusão de duas pessoas perdidas.E como os outros gostam de você.
Frágil instinto; Um dia o peito vai dar leite e aí o mundo vai parecer ter salvação.Uma barriga, um futuro.E agora um monte de oba-oba a procura de claras intenções de suprir tudo aquilo que sofremos quando saímos e lotamos a cara de cerveja.Maldito dia que eu te fiz chorar, achando que ainda era mulher, não menina rosa.Azul, violência, Amarela prata.Eu quis atenuar um bocado de explicações para justificar esse momento.Quanto sofrimento para alguém que eu disse que amei.Suposições baratas.Levo agora minhas respostas no bolso e meu vomito congelado para quando eu tiver fome e quiser comer algo saudável.
Friday, December 08, 2006
Sofri o grave frio dos medos, adoeci. Sei que ninguém soube mais dele. Sou homem, depois desse falimento? Sou o que não foi, o que vai ficar calado. Sei que agora é tarde, e temo abreviar com a vida, nos rasos do mundo. Mas, então, ao menos, que, no artigo da morte, peguem em mim, e me depositem também numa canoinha de nada, nessa água que não pára, de longas beiras: e, eu, rio abaixo, rio a fora, rio a dentro — o rio.
Texto extraído do livro "Primeiras Estórias",
Wednesday, December 06, 2006
ceninha-2
Chegou em casa bêbada, muito bêbada, às seis horas da manhã. Abriu a porta, bateu o ombro na parede e foi direto pra cozinha:
Êta laia, vai chá de boldo ai?
Não pai, brigada, quero água mesmo.
Pega aqui, ó, tem gelada.
Brigada pai.
Noite longa, hein!?
Pois é, nem me fala...Pai?
Oi filha, o que você quer?
Eu vou lá pai.
Vai onde cacete?
Na casa dele.
Ah não Dorinha, de novo não filha.
Eu vou lá pai. Preciso resolver algumas coisas.
Cê tem noção de que horas são agora?
Foda-se preciso ir pra lá.
Bêbada deste jeito?
É pai, ou vou agora ou vou explodir.
Caralhooo, só não vai me perder a cabeça.
Saiu de casa ainda no comecinho da manhã pegou um ônibus até a casa dele.Chegando lá não lembrava o número do prédio e aquela espelunca não tinha porteiro. Ligou pra Luisa que atendeu ao telefone depois de muitos toques e disse: Oi Lú, é Dorinha, qual é o número do prédio do Dario?
Que?! Dorinha? Cê tem idéia de que horas são?
Tenho Lú, vou falar com ele agora meu. Vou subir lá e dizer que ele não pode fazer isso comigo.
Ta louca?! Aonde você esta?
Começou a ficar nervosa ascendeu um cigarro e disse: caralho já to aqui. Tô na frente do prédio, mas não sei a porra do número. Qual é a porra do número!?
Ai, merda você ta bêbada...é 23, não tenho certeza. Perái Dorinha tô indo pra aí.
Luisa morava perto da casa de Dario, o que sempre foi útil, de certa, forma ter o namorado e a melhor amiga envoltos nos mesmo quarteirão.
23. Ela tocou a campainha insistentemente depois de tentar o celular que ele não lhe atendera, então ele abriu a porta e saiu correndo. Ela subiu rápido. Chegando lá , a porta já estava aberta,mas ele não estava na sala. Luisa chegou logo em seguida, sentou-se na sala aguardando a amiga que estava no quarto berrando.
Fala comigo!
Falar o que?! Você é doente, eu tô com sono, quero dormir e não tenho nada pra te falar, você sabe disso. Que merda você esta fazendo aqui!?
Quer merda você esta fazendo comigo cacete! Não acredito que vai acabar, não pode ser, você não pode estar falando sério? Você me ama.
Não, você esta errada. Eu não te amo mais. Você conseguiu destruir todo o amor que eu tinha por você. Você acabou com o sentimento mais bonito que um dia eu senti. Vai embora daqui porra, eu não quero olha pra tua cara, me deixa dormir!
Dorinha ficou parada olhando pra ele deitado se recusando a olhar pra ela. Começou a chorar dizendo que ele estava fora de si. Começou a tremer e se desesperar a tal ponto que se ele a olhasse ia pedir em casamento, de dó. Mas ele não olhou. E ela segurou tantas coisas que queria falar, mas que de nada adiantaria, que resolveu ir embora... saindo do quarto olhou os quadros na parede e escolheu um. Pegou o quadro tacou em direção a cama onde ele estava deitado. O barulho do vidro foi forte para um sábado de manhã. Luisa deu um berro da sala e correu pro quarto.
Caralho Dorinha, vamos embora meu, vai...pegando do braço da menina.
Esse filha da puta! Esse escroto! Eu vim aqui resolver tudo! Você é um nojento, sem coração. Eu te odeio!
Isso Dorinha, falou calmo. Eu sou tudo isso, agora se manda daqui.
Todos foram a caminho da porta Dorinha chorava que parecia que ia derreter, Luisa estava assustada. Na porta do prédio dele, Dorinha chorando gritou bem alto: Seu filha da puta e meteu um murro na cara dele.
Ele gritou: vai se foder sua maluca sai daqui!
Os dois só se esqueceram que a porra do prédio não tinha porteiro e que a vontade de nunca mais se ver teria que agüentar a gentileza de Dario que acompanhou as meninas até a porta para poder abrir o prédio. Dorinha se deu conta disso no caminho, e para não terminar a façanha desse jeito amistoso, quando ele lhe abrira a porta Dorinha deu mais um murro na cara dele. Esse sim! Bem apanhado, na mira, redondinho. De acordo com uma briga de namorados.
Êta laia, vai chá de boldo ai?
Não pai, brigada, quero água mesmo.
Pega aqui, ó, tem gelada.
Brigada pai.
Noite longa, hein!?
Pois é, nem me fala...Pai?
Oi filha, o que você quer?
Eu vou lá pai.
Vai onde cacete?
Na casa dele.
Ah não Dorinha, de novo não filha.
Eu vou lá pai. Preciso resolver algumas coisas.
Cê tem noção de que horas são agora?
Foda-se preciso ir pra lá.
Bêbada deste jeito?
É pai, ou vou agora ou vou explodir.
Caralhooo, só não vai me perder a cabeça.
Saiu de casa ainda no comecinho da manhã pegou um ônibus até a casa dele.Chegando lá não lembrava o número do prédio e aquela espelunca não tinha porteiro. Ligou pra Luisa que atendeu ao telefone depois de muitos toques e disse: Oi Lú, é Dorinha, qual é o número do prédio do Dario?
Que?! Dorinha? Cê tem idéia de que horas são?
Tenho Lú, vou falar com ele agora meu. Vou subir lá e dizer que ele não pode fazer isso comigo.
Ta louca?! Aonde você esta?
Começou a ficar nervosa ascendeu um cigarro e disse: caralho já to aqui. Tô na frente do prédio, mas não sei a porra do número. Qual é a porra do número!?
Ai, merda você ta bêbada...é 23, não tenho certeza. Perái Dorinha tô indo pra aí.
Luisa morava perto da casa de Dario, o que sempre foi útil, de certa, forma ter o namorado e a melhor amiga envoltos nos mesmo quarteirão.
23. Ela tocou a campainha insistentemente depois de tentar o celular que ele não lhe atendera, então ele abriu a porta e saiu correndo. Ela subiu rápido. Chegando lá , a porta já estava aberta,mas ele não estava na sala. Luisa chegou logo em seguida, sentou-se na sala aguardando a amiga que estava no quarto berrando.
Fala comigo!
Falar o que?! Você é doente, eu tô com sono, quero dormir e não tenho nada pra te falar, você sabe disso. Que merda você esta fazendo aqui!?
Quer merda você esta fazendo comigo cacete! Não acredito que vai acabar, não pode ser, você não pode estar falando sério? Você me ama.
Não, você esta errada. Eu não te amo mais. Você conseguiu destruir todo o amor que eu tinha por você. Você acabou com o sentimento mais bonito que um dia eu senti. Vai embora daqui porra, eu não quero olha pra tua cara, me deixa dormir!
Dorinha ficou parada olhando pra ele deitado se recusando a olhar pra ela. Começou a chorar dizendo que ele estava fora de si. Começou a tremer e se desesperar a tal ponto que se ele a olhasse ia pedir em casamento, de dó. Mas ele não olhou. E ela segurou tantas coisas que queria falar, mas que de nada adiantaria, que resolveu ir embora... saindo do quarto olhou os quadros na parede e escolheu um. Pegou o quadro tacou em direção a cama onde ele estava deitado. O barulho do vidro foi forte para um sábado de manhã. Luisa deu um berro da sala e correu pro quarto.
Caralho Dorinha, vamos embora meu, vai...pegando do braço da menina.
Esse filha da puta! Esse escroto! Eu vim aqui resolver tudo! Você é um nojento, sem coração. Eu te odeio!
Isso Dorinha, falou calmo. Eu sou tudo isso, agora se manda daqui.
Todos foram a caminho da porta Dorinha chorava que parecia que ia derreter, Luisa estava assustada. Na porta do prédio dele, Dorinha chorando gritou bem alto: Seu filha da puta e meteu um murro na cara dele.
Ele gritou: vai se foder sua maluca sai daqui!
Os dois só se esqueceram que a porra do prédio não tinha porteiro e que a vontade de nunca mais se ver teria que agüentar a gentileza de Dario que acompanhou as meninas até a porta para poder abrir o prédio. Dorinha se deu conta disso no caminho, e para não terminar a façanha desse jeito amistoso, quando ele lhe abrira a porta Dorinha deu mais um murro na cara dele. Esse sim! Bem apanhado, na mira, redondinho. De acordo com uma briga de namorados.
Ceninha
Ela deu um empurrão e gritou com o cara que ficou olhando bem nos olhos dela e disse: Você esta enloquecendo? Não me reconhece? Bateu a mão no peito.
Te conheço muito bem, você foi o filha da puta dos meus sonhos, aprendi a bater uma com você, mas agora já era, a menininha já era, você também envelheceu, olha pra cima porra, tudo mudou!
O que aconteceu com você? O tempo passou sim,mas você mudou demais, vem pra cá...a gente era tão bom junto...vem cá vem.
Não! Me larga Léo, sai daqui vai, você esta bêbado, já esta tarde, vai pra casa porra!
Odeio me lamentar! Odeio cacete! Você me faz lamentar, eu vou pra casa sim, te odeio você é uma vaca...Léo colocou as mãos no bolso e disse: tá vendo isso aqui!? Mostrou as chaves do carro, de casa e seguiu: isso aqui poderia ser tudo seu. construí,mudei de casa por que pensei que a gente ia ficar mesmo junto.
Léo, tá ridículo isso, sério meu, vai embora.
Pegou um cigarro,Léo tirou o isquero do outro bolso e disse: posso?
Ti fuder Leonardo,vai embora! Disse ela empurrando o braço dele.
Vadia! É isso que você é uma vadia!
Porra.
Léo finalmente vai embora, a garota sentada no balcão, olha pros lados pra saber a cor do escândalo. Mas o bar não estava nem ai, naquele lugar era tão comum briga de casal quanto cerveja quente sexta a noite.
Foda-se disse ela, encontrei alguém melhor que esse filha da puta controlador. Arrumou a bolsa, pagou a conta,ascendeu mais um cigarro e atravessou a rua.
Nessas horas é bom mudar de bar.
Te conheço muito bem, você foi o filha da puta dos meus sonhos, aprendi a bater uma com você, mas agora já era, a menininha já era, você também envelheceu, olha pra cima porra, tudo mudou!
O que aconteceu com você? O tempo passou sim,mas você mudou demais, vem pra cá...a gente era tão bom junto...vem cá vem.
Não! Me larga Léo, sai daqui vai, você esta bêbado, já esta tarde, vai pra casa porra!
Odeio me lamentar! Odeio cacete! Você me faz lamentar, eu vou pra casa sim, te odeio você é uma vaca...Léo colocou as mãos no bolso e disse: tá vendo isso aqui!? Mostrou as chaves do carro, de casa e seguiu: isso aqui poderia ser tudo seu. construí,mudei de casa por que pensei que a gente ia ficar mesmo junto.
Léo, tá ridículo isso, sério meu, vai embora.
Pegou um cigarro,Léo tirou o isquero do outro bolso e disse: posso?
Ti fuder Leonardo,vai embora! Disse ela empurrando o braço dele.
Vadia! É isso que você é uma vadia!
Porra.
Léo finalmente vai embora, a garota sentada no balcão, olha pros lados pra saber a cor do escândalo. Mas o bar não estava nem ai, naquele lugar era tão comum briga de casal quanto cerveja quente sexta a noite.
Foda-se disse ela, encontrei alguém melhor que esse filha da puta controlador. Arrumou a bolsa, pagou a conta,ascendeu mais um cigarro e atravessou a rua.
Nessas horas é bom mudar de bar.
Monday, December 04, 2006
Não escrevo para você ler e comentar em suas reuniões cults que isto ou aquilo é bom ou ruim. Muito menos, escrevo para interagir com este meio. Jamais ficaria sócia de seu clubinho.Mal sei pontuar as palavras meu caro.
Escrevo por doença mesmo.
E para que cada dia da minha vida,vire uma memória.
Portanto, não me venha com idéias que servem apenas como deculpa para que eu conheça seu trabalho que é uma cópia barata do fonseca,ou do bukowisk. Eu não quero tomar choop com você.
Obrigada.
Escrevo por doença mesmo.
E para que cada dia da minha vida,vire uma memória.
Portanto, não me venha com idéias que servem apenas como deculpa para que eu conheça seu trabalho que é uma cópia barata do fonseca,ou do bukowisk. Eu não quero tomar choop com você.
Obrigada.
Sunday, December 03, 2006
Hoje teve a inauguração da árvore de natal do Ibirapuera, e tava um calor de foder. Foi bem a noitinha, deu pra ver os fogos aqui da janela de casa, do quarto do meu irmão. Eu nunca gostei dos barulhos dos fogos, nunca. Acho que fogos mudos iam ser realmente mais bonitos e com uma música de fundo. Mas fogos querendo ou não é sempre nostálgico. E o fim do ano acentua toda uma leveza de fim, e bum! Eles brilham coloridos lá no céu. Fogos, que marcam quando o ano acaba, quando seu time ganha e quando a droga chega também. Meu time, esse ano não mereceu nenhum rojãozinho sequer, só se for pra enfiar no c... dos cartolas e empresários que afundaram o timão. Droga eu só uso as da farmácia, e as do buteco,sendo essas desnecessárias de fogos. Mas no fim do ano, mesmo com o barulho que parece que o mundo vai acabar, e de fato é um ano que se acaba, eu gosto dos fogos. Celebrando que um ano novo, veja bem, novinho,novinho vem aí. Ano louco, ano saudades. Ano de tudo de novo também. Certas coisas não mudam nem fodendo. Os fogos brilham no céu e de repente, tudo já aconteceu, como se a cada ano que passase, tudo girasse mais rápido. E quando a gira girou, fiquei aqui surtando. Agora lá vem mais fogos que vão colocar um fim neste 2006. Quem diria, 2006...
Esse foi o primeiro ano da minha vida sem você. Quando tudo aconteceu foi assim: eu me juntei de bons amigos, e me mandei pro Rio de Janeiro. Fiquei onde você ficava e fui atrás do que você fazia, fui sentir como era o que você gostava e entender mais de você. De como estava sua vida no fim dela, sem mesmo você saber. E eu adorei todos seus lugares, e achei o máximo quando me reconheciam como sua filha, foda-se Freud, eu tenho um puta orgulho de ser parte de você. O Rio a cada dia que passa, continua mais lindo...mesmo com tanta decadência. O Rio foi o lugar onde a gente te eternizou, não foi o lugar onde você nasceu, muito menos o lugar onde você mais freqüentou. O Rio não foi sua família, nem sua salvação. O Rio passou na sua vida e seu coração se deixou levar,assim diria já a música. Parece que foi feira para vocês dois; você e o a cidade. Dia quinze agora, você completaria mais um ano de vida, e quem diria que a um ano atrás, tava tudo tão turbulento que eu esqueci de te dar seu último parabéns.Mas sabe, certas coisas vão em paz. E eu entendo profundamente, e vou chorar eternamente de saudades e também por que eu queria terminar de te contar: pai, eu entendo todo seu amor por aquela cidade, eu fiz questão de jogar suas cinzas naquele mar, por que é lá que você gostaria de estar. É onde eu vou querer estar também um dia. É onde eu entrego as flores e vejo meus amores, e além de tudo, é o seu lugar, não?
Amo-te muito.
Com saudades, Isabel
Esse foi o primeiro ano da minha vida sem você. Quando tudo aconteceu foi assim: eu me juntei de bons amigos, e me mandei pro Rio de Janeiro. Fiquei onde você ficava e fui atrás do que você fazia, fui sentir como era o que você gostava e entender mais de você. De como estava sua vida no fim dela, sem mesmo você saber. E eu adorei todos seus lugares, e achei o máximo quando me reconheciam como sua filha, foda-se Freud, eu tenho um puta orgulho de ser parte de você. O Rio a cada dia que passa, continua mais lindo...mesmo com tanta decadência. O Rio foi o lugar onde a gente te eternizou, não foi o lugar onde você nasceu, muito menos o lugar onde você mais freqüentou. O Rio não foi sua família, nem sua salvação. O Rio passou na sua vida e seu coração se deixou levar,assim diria já a música. Parece que foi feira para vocês dois; você e o a cidade. Dia quinze agora, você completaria mais um ano de vida, e quem diria que a um ano atrás, tava tudo tão turbulento que eu esqueci de te dar seu último parabéns.Mas sabe, certas coisas vão em paz. E eu entendo profundamente, e vou chorar eternamente de saudades e também por que eu queria terminar de te contar: pai, eu entendo todo seu amor por aquela cidade, eu fiz questão de jogar suas cinzas naquele mar, por que é lá que você gostaria de estar. É onde eu vou querer estar também um dia. É onde eu entrego as flores e vejo meus amores, e além de tudo, é o seu lugar, não?
Amo-te muito.
Com saudades, Isabel
Friday, December 01, 2006
-Eu tenho ciúmes do que você não diz-
(e você é bom nisso rapaz)
As estreitas fardas da vida que conjugava o verbo mais -fato- que vivi,não sufocou naquele momento nato. E era outono, bem outono que nem na fotografia, mais outono seria. E na cabeça das pessoas, as pessoas não faziam. Tinham muitas almas caras e sorrisos extensos, era além. Era algo do frio do outono que depois ficou gelado de corpos que andam querendo mais chegar do que refresco. Era meu mundo girando alto, batendo um coração muito do acelerado.Muitas coisas das quais não consigo lembrar a sensação, mas a nostalgia do cheiro, é pra sempre.
As vezes quando a realidade me seqüestra, eu tiro os óculos, recuo lento para um lugar onde minha visão é rara, e as vezes isso me salva de você. Mas seu silencio um dia ainda estoura meus tímpanos. As vezes quando chove -eu não consigo dormir-, como se o barulho da chuva me chamasse pra correr na rua, mas eu estou de pijama.
Eu estou querendo me molhar.
Ou você me pega de jeito,ou me deixa ir...
(e você é bom nisso rapaz)
As estreitas fardas da vida que conjugava o verbo mais -fato- que vivi,não sufocou naquele momento nato. E era outono, bem outono que nem na fotografia, mais outono seria. E na cabeça das pessoas, as pessoas não faziam. Tinham muitas almas caras e sorrisos extensos, era além. Era algo do frio do outono que depois ficou gelado de corpos que andam querendo mais chegar do que refresco. Era meu mundo girando alto, batendo um coração muito do acelerado.Muitas coisas das quais não consigo lembrar a sensação, mas a nostalgia do cheiro, é pra sempre.
As vezes quando a realidade me seqüestra, eu tiro os óculos, recuo lento para um lugar onde minha visão é rara, e as vezes isso me salva de você. Mas seu silencio um dia ainda estoura meus tímpanos. As vezes quando chove -eu não consigo dormir-, como se o barulho da chuva me chamasse pra correr na rua, mas eu estou de pijama.
Eu estou querendo me molhar.
Ou você me pega de jeito,ou me deixa ir...
Wednesday, November 15, 2006
A menina esperava seu homem chegar
E olhava todo dia a linha do mar
Ele só quer escutar o que ela quer dizer
Ela sabe do desejo o seu coração
Aí ela disse: vai querer?
O menino esperava sua mulher chegar
E olhava todo dia em cima do mar
Ela só quer escutar o que ele quer dizer
Ele sabe do desejo do seu coração
Aí ele disse: por amor, ou por besteira?
Tão bom morrer de amor, e continuar vivendo
E olhava todo dia a linha do mar
Ele só quer escutar o que ela quer dizer
Ela sabe do desejo o seu coração
Aí ela disse: vai querer?
O menino esperava sua mulher chegar
E olhava todo dia em cima do mar
Ela só quer escutar o que ele quer dizer
Ele sabe do desejo do seu coração
Aí ele disse: por amor, ou por besteira?
Tão bom morrer de amor, e continuar vivendo
Wednesday, November 08, 2006

The motorcycle boy reigns
(Se a pessoa tem um olhar diferenciado da realidade, não significa que ela seja louca. Mas ter este “olhar” pode levar a loucura.)
Dessas pessoas que nascem do outro lado do rio, no filme errado, papel principal da peça outra, dessas que tem capacidade para fazer tudo, e simplesmente não consegue escolher o que fazer. A sutileza do olhar em preto e branco e o universo que se desenvolve na alma que tem o tamanho do céu. De mim e de você. É só eu, e você. De entrar na sala e na parede, colorindo o ambiente, toda a matéria. Toda minha resposta.
Depois testar o viver, depois testar seu amor, depois conciliar que as pessoas se vão. Depois querer que você fique, e dormir chorando porque você se foi.
-Impossível passar por essa vida sem essa -os meus atos me assustam; de sentar na cadeira e olhar fundo em seus olhos e finalmente concluir; eu não queria ser assim. Desses que dizem: “reze para não ficar assim”, e o menino apaixonado dizia, quando eu crescer vou ser igual a você; não queira rapaz, apenas boa noite, e não queira.
Hey Susan, você não me contou tudo. Se os peixes de briga estivessem no rio, eles iam matar uns aos outros? Por que você não os solta para ver?
Deixe que sigam, deixem os selvagens em paz.
Monday, November 06, 2006
i.crozera
-Sobre crise e menino mudo-
A crise parecia não ter fim. E a menina já estava virando mulher e nada de supera-la. Tinha dias em que ela sentia que flutuava, e a crise teve todo um lado poético e de inspirações, então ela ia embora e a menina demolida, começava de novo a se reerguer. Passado um tempo, a crise voltava; nem mais forte, nem mais fraca, mas a menina desmoronava tudo outra vez. E seguia de promessas de mudanças, e contia o choro e segurava as lembranças. Até a crise seguir rumo deixando novamente a menina em cacos. Pronta pra outra. Toda hora, todo momento bandido a menina tinha exatamente que estar pronta pra outra, era mesmo muito confuso. E ela passou a não saber mais lidar com isso. Igual aquela tarde em que ela tratou mal a pessoa que ama, igual a uma discussão que não tem fim. Pensou que era muito difícil gostar de alguém como ela gosta. Ela conta que estava do lado dele e era tudo tão carnal, uma química de dar choques uma coisa louca, deixavam ambos fracos, e mesmo assim, tinha horas que ela desejava se afastar dele, mas os encantos dos beijos dados e dos apertos e de todos os banhos suados tomados e costas, tudo, não deixava que ela ali se afastasse. Depois voltou pra casa. Reparou que todos os e-mails mandados por ele, tinham sido salvos, deixou os afazeres de lado para reler tudo o que já tinha sido dito e viu que talvez antes era tão mais lindo o jeito dele lidar com ela, que se assustou. Ficou mesmo muito triste e reclamou pra todo mundo do amor. Depois foi ao encontro dele, lá longe, muito longe para uma menina sozinha ir. E disposta a contar tudo o que sentia, ela se calou. Ela se rendeu e se calou e eles novamente foram um do outro e quando ele virava as costas, todas as dores voltavam, e ele tinha umas costas lindas, uma coisa louca. A menina quis chorar, mas não houve. Ela se calou, como nunca havia se calado antes e bem desconfiou que parte do amor que sente por ele, é cenil, é de pedra. Ela teve medo e ao mesmo tempo encanto em ver como ele mexia tanto com a menina que tanto gostava de falar, de expor amor, ódio e dor. Ele a fazia calar. Era raro, era de fogo, era imensamente perigoso e ela cegamente, com medo, obedecia. Nada foi dito, ela voltou já com saudades do menino, e novamente releu o que ele já tinha escrito para ela, e novamente pensou que as coisas não eram como antes. O menino mudo quer que todo mundo se cale também. Chegou a pensar que isso não era nada justo, mas ele a abraçava de um jeito tão homem, tão protetor, que ela o olhou com olhos de poço e pensou; quero isso pra sempre, mas não posso me calar. E o embate fez com que ela seguisse na dúvida e outros meninos-homens surgiram depois dele, mas nenhum o fazia. E sabe, não tinha mesmo jeito. Mas as coisas precisam ser ditas, o menino não pode seguir mudo no intuito de calar ela também; a menina segue no rígido impasse de gritar, ou calar ao lado dele.
A crise parecia não ter fim. E a menina já estava virando mulher e nada de supera-la. Tinha dias em que ela sentia que flutuava, e a crise teve todo um lado poético e de inspirações, então ela ia embora e a menina demolida, começava de novo a se reerguer. Passado um tempo, a crise voltava; nem mais forte, nem mais fraca, mas a menina desmoronava tudo outra vez. E seguia de promessas de mudanças, e contia o choro e segurava as lembranças. Até a crise seguir rumo deixando novamente a menina em cacos. Pronta pra outra. Toda hora, todo momento bandido a menina tinha exatamente que estar pronta pra outra, era mesmo muito confuso. E ela passou a não saber mais lidar com isso. Igual aquela tarde em que ela tratou mal a pessoa que ama, igual a uma discussão que não tem fim. Pensou que era muito difícil gostar de alguém como ela gosta. Ela conta que estava do lado dele e era tudo tão carnal, uma química de dar choques uma coisa louca, deixavam ambos fracos, e mesmo assim, tinha horas que ela desejava se afastar dele, mas os encantos dos beijos dados e dos apertos e de todos os banhos suados tomados e costas, tudo, não deixava que ela ali se afastasse. Depois voltou pra casa. Reparou que todos os e-mails mandados por ele, tinham sido salvos, deixou os afazeres de lado para reler tudo o que já tinha sido dito e viu que talvez antes era tão mais lindo o jeito dele lidar com ela, que se assustou. Ficou mesmo muito triste e reclamou pra todo mundo do amor. Depois foi ao encontro dele, lá longe, muito longe para uma menina sozinha ir. E disposta a contar tudo o que sentia, ela se calou. Ela se rendeu e se calou e eles novamente foram um do outro e quando ele virava as costas, todas as dores voltavam, e ele tinha umas costas lindas, uma coisa louca. A menina quis chorar, mas não houve. Ela se calou, como nunca havia se calado antes e bem desconfiou que parte do amor que sente por ele, é cenil, é de pedra. Ela teve medo e ao mesmo tempo encanto em ver como ele mexia tanto com a menina que tanto gostava de falar, de expor amor, ódio e dor. Ele a fazia calar. Era raro, era de fogo, era imensamente perigoso e ela cegamente, com medo, obedecia. Nada foi dito, ela voltou já com saudades do menino, e novamente releu o que ele já tinha escrito para ela, e novamente pensou que as coisas não eram como antes. O menino mudo quer que todo mundo se cale também. Chegou a pensar que isso não era nada justo, mas ele a abraçava de um jeito tão homem, tão protetor, que ela o olhou com olhos de poço e pensou; quero isso pra sempre, mas não posso me calar. E o embate fez com que ela seguisse na dúvida e outros meninos-homens surgiram depois dele, mas nenhum o fazia. E sabe, não tinha mesmo jeito. Mas as coisas precisam ser ditas, o menino não pode seguir mudo no intuito de calar ela também; a menina segue no rígido impasse de gritar, ou calar ao lado dele.
outras guerrilhas-parte 2-
seria uma oportunidade irreal que a menina por tanto tempo andou envolvida.
aquela vida que não altera, a não ser sua mente que já esta fraca.
a menina que batalhou demais para não sair por ai concretizando loucuras
a menina que não gosta de dormir com o barulho da chuva
mas adora quando venta e parece que o mundo vai explodir
estavamos no auge de nosso encanto.tudo era muito bom, aparentemente]
e as coisas,como dizem por ai,levam tempo para se realizar
e quem me dera tudo poder realizar; a vida longa e saudavel e uma saudade absurda que arde no peito por alguem que não existe mais.
sabe, eu sinto que a vida continuou com a sua presença,mas quando eu sinto que isso é impossível,ai que eu choro.
eu tenho altos e baixos; dias e dias. inseguranças infinitas
e uma marcante caracteristica de não saber calar os sentimentos
e todos os outros atos neles envolvidos
as coisas adoram acontecer em momentos esquisitos
adoram.
acontecem devagar e no auge da esquisitice aguda,
pronto: ela acontece.
mas sempre que no dia seguinte se lembra, já faz um sentido
a gente pensa com muita calma
a gente pensa lerdo demaisas coisas demoram pra serem entendidas
seria uma oportunidade irreal que a menina por tanto tempo andou envolvida.
aquela vida que não altera, a não ser sua mente que já esta fraca.
a menina que batalhou demais para não sair por ai concretizando loucuras
a menina que não gosta de dormir com o barulho da chuva
mas adora quando venta e parece que o mundo vai explodir
estavamos no auge de nosso encanto.tudo era muito bom, aparentemente]
e as coisas,como dizem por ai,levam tempo para se realizar
e quem me dera tudo poder realizar; a vida longa e saudavel e uma saudade absurda que arde no peito por alguem que não existe mais.
sabe, eu sinto que a vida continuou com a sua presença,mas quando eu sinto que isso é impossível,ai que eu choro.
eu tenho altos e baixos; dias e dias. inseguranças infinitas
e uma marcante caracteristica de não saber calar os sentimentos
e todos os outros atos neles envolvidos
as coisas adoram acontecer em momentos esquisitos
adoram.
acontecem devagar e no auge da esquisitice aguda,
pronto: ela acontece.
mas sempre que no dia seguinte se lembra, já faz um sentido
a gente pensa com muita calma
a gente pensa lerdo demaisas coisas demoram pra serem entendidas
-O homem misturava as compras-
As coisas da cozinha com as coisa do banheiro, se virava para pegar o vinagre e acabava misturando com desinfetante.
O homem pegou o trânsito e chegou em casa com dor de cabeça, e muito do chateado pois o radio não informou para ele se a rua de seu destino estava parada.E estava tudo parado.
E o destino do homem, quem sabia?
Enfretamos por um lado um grande recesso da vida. Impomos regras ditamos e cuspimos leis, e não gostamos muito de papos cabeça. Incluímos nosso contidiano como a labuta da vida e simplismente sofremos por coisas nada. Até a vida falar em alto e bom tom que é chegada a hora de dor, de lágrima. Então, o homeme sem destino chora e anda por ai. Até que volta a rir tudo de novo, numa tacada de imensa felicidade, e vai mesclando uma com a outra, ate a hora de ir embora, pois a vida não tem muita paciência, mas o homem não sabe disso.
As coisas da cozinha com as coisa do banheiro, se virava para pegar o vinagre e acabava misturando com desinfetante.
O homem pegou o trânsito e chegou em casa com dor de cabeça, e muito do chateado pois o radio não informou para ele se a rua de seu destino estava parada.E estava tudo parado.
E o destino do homem, quem sabia?
Enfretamos por um lado um grande recesso da vida. Impomos regras ditamos e cuspimos leis, e não gostamos muito de papos cabeça. Incluímos nosso contidiano como a labuta da vida e simplismente sofremos por coisas nada. Até a vida falar em alto e bom tom que é chegada a hora de dor, de lágrima. Então, o homeme sem destino chora e anda por ai. Até que volta a rir tudo de novo, numa tacada de imensa felicidade, e vai mesclando uma com a outra, ate a hora de ir embora, pois a vida não tem muita paciência, mas o homem não sabe disso.
Um dia, ela pensou, vou mudar toda minha vida
Eu não quero encontrar apenas respostas
Eu não quero fazer com que você se sinta inseguro
Eu não quero ir até a porta e ter vergonha de entrar
Eu não quero seu sucesso
Nem meu coração desparando por coisas nada
Eu não te quero mais
Eu não me quero asssim
Eu preciso de ar quente e casa na praia
Eu preciso mudar o cabelo e trocar de mini saia
Eu quero beber cerveja olhar pra ela e tudo bem
Eu não quero que vc me sirva de remédio
Eu não quero ficar louca
Eu não posso
Eu não quero uma vida igual a de vocês
Eu não preciso de você pensando em mim todo dia
Eu não posso mais te querer
Eu não confio mais em você
Eu quis te ver apaixonado
Eu quis sair bem desta historia sangrenta
Eu não fiz de tudo por amor
Eu sonho com ele vindo de mala e cunha
Eu sonhei um dia em ter o homem doente por perto
Eu sonhava
Eu desaprendi tudo
Eu não quero mais você como amante
Eu preciso de alguém que mora longe
Eu sou incrível
Ele é mais
Eu sou imprevisível, ele até demais.
Eu sou uma errante
Ele é todo certinho
Eu sou estravagante
Ele era mauricinho
Eu sou metida a inhé
Ele já se cansou desse papinho
Ele me abraça e fala bom dia/eu disfarço minha máxima alegria
Eu não quero encontrar apenas respostas
Eu não quero fazer com que você se sinta inseguro
Eu não quero ir até a porta e ter vergonha de entrar
Eu não quero seu sucesso
Nem meu coração desparando por coisas nada
Eu não te quero mais
Eu não me quero asssim
Eu preciso de ar quente e casa na praia
Eu preciso mudar o cabelo e trocar de mini saia
Eu quero beber cerveja olhar pra ela e tudo bem
Eu não quero que vc me sirva de remédio
Eu não quero ficar louca
Eu não posso
Eu não quero uma vida igual a de vocês
Eu não preciso de você pensando em mim todo dia
Eu não posso mais te querer
Eu não confio mais em você
Eu quis te ver apaixonado
Eu quis sair bem desta historia sangrenta
Eu não fiz de tudo por amor
Eu sonho com ele vindo de mala e cunha
Eu sonhei um dia em ter o homem doente por perto
Eu sonhava
Eu desaprendi tudo
Eu não quero mais você como amante
Eu preciso de alguém que mora longe
Eu sou incrível
Ele é mais
Eu sou imprevisível, ele até demais.
Eu sou uma errante
Ele é todo certinho
Eu sou estravagante
Ele era mauricinho
Eu sou metida a inhé
Ele já se cansou desse papinho
Ele me abraça e fala bom dia/eu disfarço minha máxima alegria
No meu país, o meninos crescem querendo engordar e ter casa na praia ao lado de uma mulher loira e siliconada e filhos plastificados que foram criados pela babá.
e o seu maior sonho de consumo é sofrer um enfarte em angra e ser resgatado pelo helicoptero da amil,já que pagam tão caro o plano de saúde.
eles assinam pewperview, comem lagosta e votam no alckimim.
isso não teria problema algum se eu, garota esperta, 23 anos de asfalto, não me apaixonasse por um desses.
e o seu maior sonho de consumo é sofrer um enfarte em angra e ser resgatado pelo helicoptero da amil,já que pagam tão caro o plano de saúde.
eles assinam pewperview, comem lagosta e votam no alckimim.
isso não teria problema algum se eu, garota esperta, 23 anos de asfalto, não me apaixonasse por um desses.
O desespero desperta.
nos dias em que ela acordava assim
os pensamentos na velocidade da luz
a maxima vivida em menos de um segundo
um fria na barriga
agora já são dois
logo,logo perco a conta
pés gelado,mão suadas
gelo nas extremidades
vai acontecer
e agora
já era
eu vou morrer
mas eu não morro.
eu sobrevivo, é incrivel,um milagre,vou rezar.vou olhar pra cima e agradecer a alguem.num sei quem,num sei mesmo.nunca acreditei.mas estou viva, ia mesmo morrer; o corpo disse,é agora!a mente confirmou,eu acelerei.
olha aquele cara falando,olha como ele ai eu ups ele
olah olha olha olha caralho
ele
eu
frio
barriga
eu me encosto minha garganta fechou faz três segundo, e nada deu morrer
é incrivel,sou imortal
dai de novo
e de novo
e mais uma longa vez.
dessa você não me escapa
eu não te escaparia
vem logo
mas é mentira
me deixa em paz
-eu pedi-
mas ela num quer, num deixa e eu penso penso penso penso
parei,vou entrar em surto
tudo de novo isabelvolta pro fim dafila que seu panico tá de volta
nos dias em que ela acordava assim
os pensamentos na velocidade da luz
a maxima vivida em menos de um segundo
um fria na barriga
agora já são dois
logo,logo perco a conta
pés gelado,mão suadas
gelo nas extremidades
vai acontecer
e agora
já era
eu vou morrer
mas eu não morro.
eu sobrevivo, é incrivel,um milagre,vou rezar.vou olhar pra cima e agradecer a alguem.num sei quem,num sei mesmo.nunca acreditei.mas estou viva, ia mesmo morrer; o corpo disse,é agora!a mente confirmou,eu acelerei.
olha aquele cara falando,olha como ele ai eu ups ele
olah olha olha olha caralho
ele
eu
frio
barriga
eu me encosto minha garganta fechou faz três segundo, e nada deu morrer
é incrivel,sou imortal
dai de novo
e de novo
e mais uma longa vez.
dessa você não me escapa
eu não te escaparia
vem logo
mas é mentira
me deixa em paz
-eu pedi-
mas ela num quer, num deixa e eu penso penso penso penso
parei,vou entrar em surto
tudo de novo isabelvolta pro fim dafila que seu panico tá de volta
Sunday, November 05, 2006
-Tem coisas tão simples de resolver-
como por exemplo; toda vez que eu vou ensacolar as compras no supermercado, tenho que por dois saquinhos para os produtos mais pesados. fico pensando que tão mais fácil seria fabricarem saquinhos mais resistentes.
ou então, outro caso, planos de vida de toda mulher:
ter um namorado e uma boa pinça. então outro dia uma amiga minha rebateu a tese, solucionando tudo em uma frase; "na casa do meu namorado tem uma pinça otíma"
e eu fiquei com inveja.
(mas se tudo na vida fosse possível; ter uma pinça boa, um namorado bom, saquinhos resistentes isso aqui meus caros seria o paraíso na terra.
eu pouco me importo com a gordura trans e meu time de futebol-mentira-.
mas te juro que não queria ter barriga)
como por exemplo; toda vez que eu vou ensacolar as compras no supermercado, tenho que por dois saquinhos para os produtos mais pesados. fico pensando que tão mais fácil seria fabricarem saquinhos mais resistentes.
ou então, outro caso, planos de vida de toda mulher:
ter um namorado e uma boa pinça. então outro dia uma amiga minha rebateu a tese, solucionando tudo em uma frase; "na casa do meu namorado tem uma pinça otíma"
e eu fiquei com inveja.
(mas se tudo na vida fosse possível; ter uma pinça boa, um namorado bom, saquinhos resistentes isso aqui meus caros seria o paraíso na terra.
eu pouco me importo com a gordura trans e meu time de futebol-mentira-.
mas te juro que não queria ter barriga)
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